Igreja Metodista Livre do Brasil em Rio Casca - Rua Mt. João Romão de Carvalho, 130 - Bairro Bela Vista - CEP:35370-000 / Rio Casca - MG.
sábado, 22 de outubro de 2011
Reino de Deus e a Missão da Igreja
(Autor: Bispo José Ildo Swartele de Mello)
Temos demonstrado como a natureza do Reino de Deus se revela na Trindade, em especial, na pessoa e obra de Cristo e do Santo Espírito. A Igreja deriva sua missão da própria missão de Cristo. A Igreja, como corpo de Cristo e comunidade do Rei, é continuadora da missão de Cristo pelo poder do Espírito Santo. É por obra e graça do Espírito de Deus que a Igreja se torna capaz de cooperar com Deus como testemunha do Rei e como embaixadora e agência do Reino. A Igreja não existe para si mesma, mas vive para servir como agente do Reino de Deus neste mundo com vistas à glória de Deus. Para que seja eficaz em seu ministério, a Igreja precisa servir de modelo do Reino de Deus.
Vimos como Deus, que é Pai, Filho e Espírito Santo revelaram sua sensibilidade para com os gemidos da humanidade e de toda a criação e como, por compaixão, foram movidos a ação. A mesma motivação deve mover também a Igreja. A Igreja deve igualmente estar sensível aos gemidos e as necessidades humanas e também deve estar sensível a questões ecológicas. As boas obras não devem ser feitas como isca para evangelização, mas devem ser a expressão sincera de amor e solidariedade.
Vimos anteriormente como o ministério de Cristo foi exercido de modo encarnacional, e veremos, um pouco mais adiante, quais as implicações disto para a Missão da Igreja. Neste mesmo sentido, falaremos também sobre as implicações da cruz de Cristo e de sua ressurreição. O que nos leva direto para a natureza paradoxal do Reino de Deus, neste período de seu processo de desenvolvimento, que se situa entre a primeira Vinda de Cristo, quando da inauguração do Reino, até a Segunda Vinda, quando se dará a manifestação plena do Reino. Em Cristo encontramos o Rei, coroado com espinhos, que vem humilde sobre um jumentinho, que é ao mesmo tempo o Filho do Homem e o Servo Sofredor, que é aquele que tem todo o poder no céu e na terra e que se posta como ovelha muda diante de seus tosquiadores; que sendo Senhor, age como servo. Que ensina que os últimos serão os primeiros e que aqueles que quiserem ser os primeiros no Reino precisam assumir a condição de servo de todos. A Igreja também deve aprender com Jesus, no sentido de fazer primeiro para depois ensinar.
Procuramos, demonstrar que a missão da Igreja tem tudo a ver com a Escatologia, como bem colocou Juan Stam ao dizer que as expressões “Até o fim dos tempos” e “até os confins da terra” resumem a missão da Igrejai. Pois a Grande Comissão de pregar o Evangelho do Reino a todas as nações até o fim dos tempos (Mt 24.13; 28.19s), mostrando a relação íntima entre o futuro de Deus e a caminhada presente da Igreja, pois quanto mais o espaço se alarga, mais o fim se aproxima. Espaço e tempo estão conjugados, atrelados um ao outro, numa relação de interdependência. Existe, portanto um relacionamento estreito entre Escatologia, Espírito Santo e a Missão da Igreja. Sabemos que a promessa do Espírito é dom escatológico por excelência (At 2.16-21; cf.. Jl 2.28-32), sendo também amostra do futuro de Deus (Rm 8.19-23), sendo, mais do que adiantamento, parte do cumprimento. Sabemos ainda que quando os discípulos fazem uma pergunta escatológica (At 1.6) a resposta de Cristo inclui o dom do Espírito Santo equipando para a obra de evangelização mundial (At 1.8). De modo que o período antes do fim não é um tempo de espera infrutífera, mas é época da missão do Espírito e da Missão da Igreja. Jesus prometeu que as portas do inferno não prevaleceriam contra o avançar da missão da Igreja e prometeu também que “este Evangelho do Reino seria pregado para testemunho a todos as nações antes do fim”. E o Apóstolo Pedro justificou a aparente demora do retorno de Cristo dizendo que isto se devia a longanimidade de Deus que não quer que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao conhecimento da verdade e segue adiante afirmando que como cristãos, nós não devemos apenas esperar, mas também devemos apressar a Vinda de Cristo. Portanto, a Igreja não deve adotar uma postura passiva e acomodada, os cristãos não devem ser crentes de arquibancada, que se tornam meros espectadores dos eventos escatológicos ou meros prognosticadores e agoureiros do fim, pois a escatologia não existe para satisfazer a curiosidade, mas sim para nos dar visão da vontade de Deus e nos encher o coração de esperança e para nos mover a ação. Cheios do Espírito Santo, cumpramos nossa missão, e, como agentes escatológicos, apressemos a vinda do Senhor, o Grande Dia da manifestação do Filho de Deus, através do cumprimento de nossa missão integral como comunidade do Rei Jesus, que é o cabeça da Igreja, Rei dos reis e Senhor dos senhores.
Exploraremos e aprofundaremos um pouco mais as implicações da Escatologia, da natureza do Reino de Deus, da Missão de Cristo e do Espírito para a Missão da Igreja. E por fim veremos um exemplo histórico de como uma boa escatologia pode levar a Igreja a cumprir sua missão com grande impacto social.
O apóstolo Paulo ensina que o cristão, como cidadão do Reino, precisa se esforçar por viver a altura de sua nova cidadania (Ef 4.1; Fp 1.27; Co 1.10; 3 Jo 1.6). Precisa refletir a ética do Reino de Deus (Ef 3.10; 5.1 e 1 Pe 4.10). É como se um plebeu fosse conclamado rei. Precisará ser educado para viver de modo condizente, de maneira digna de sua nova posição. Deverá ser lembrado, ou ter sempre em mente, quem ele agora é, ou seja, qual é a sua nova condição, pois é certo que haverá conflito com seus antigos hábitos e estilo de vida anterior. Talvez esta ilustração ajude a entender o que o apóstolo Paulo deseja comunicar com as seguintes expressões que ele emprega em Colossenses: “tendo sido sepultados” (2.12), “Se morrestes com Cristo” (2.20), “porque morrestes” (3.2), seguidas por: “fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena” (3.5). Alguns poderiam objetar: “se morremos, por que é que temos que fazer, pois, morrer...?”. Pois enquanto estamos neste mundo, sofremos muitas tentações e precisamos nos desembaraçar de todo peso e do pecado que tenazmente nos assedia, para então correr, com perseverança a carreira que nos está proposta, olhando firmemente para o autor e consumador da fé, Jesus (Hb 12.1,2); o autor de Hebreus ainda fala que o cristão está travando uma grande luta contra o pecado (12.4). Paulo diz, em Rm 8.13: “Porque, se viverdes segundo a carne, caminhas para a morte; mas, se pelo Espírito mortificardes os feitos do corpo, certamente vivereis”. Vemos aí, em Romanos, algo bastante parecido com o que temos em Colossenses, pois, em 6.1-6, Paulo ensina que estamos mortos para o pecado, etc... e, aqui, diz que devemos, pelo Espírito, mortificar os feitos do corpo. É interessante também notar que, em 6.11, ele diz aos que crucificaram o velho homem: “assim também vós considerai-vos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus”; e, ainda, sente ser necessário exortar: “Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, de maneira que obedeçais às suas paixões”.
iStam, Juan B. Profecia Bíblica e Missão da Igreja. Tradução de Roseli Giese – São Leopoldo, RS: Sinodal, 2003. 107. A este respeito, veja a interessante apresentação à edição brasileira, p. 3.
Wesley, grupos pequenos como modelos da cultura do Reino
(autor: Bispo José Ildo Swartele de Mello)
Wesley preocupou-se com estruturas, buscou estruturas para envangelizar as massas e também para discipulado. Wesley pesquisou entre moravianos e pietistas. A questão chave para a edificação de uma Igreja com uma comunhão saudável que vive, nutre e reflete os valores do Reino de Deus foi, no movimento Wesleyano, o sistema de classes ou pequenos grupos de discipulado e santificação. O pequeno grupo é importante, pois transmite fé e não apenas conhecimento. Aprendemos muito mais através do convívio do que através da leitura. O poder da cultura é maior do que a força de nossa cosmovisão. O que significa que não adiante mudar nossa consciência, pois sozinha a consciência tende a sucumbir à cultura. Um cristão pode até estar influenciado pelo ensino bíblico a mudar o seu estilo de vida, mas quando se depara com outros cristãos que estão vivendo assim como ele, acaba concluindo que não há nada de errado com ele. Portanto, precisamos desenvolver a cultura cristã em comunidades que nutram os valores cristãos, onde seja possível experimentar na vivência comunitária os princípios do Reino de Deus. Por exemplo, para reverter a maré do materialismo na comunidade cristã, nós precisamos desesperadamente de modelos vivos. Por esta razão, as boas obras de caridade não devem permanecer em segredo. “Assim brilhe também a vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem a vosso Pai que está nos céus” (Mt 5:16).
Snyder concorda com Richard Lovelace, que vê uma íntima relação entre o declínio do grande movimento metodista com o desprezo com que, com o passar do tempo, começou a ser tratada a estrutura das classes.i Não se deve desprezar o valor precioso papel destes pequenos grupos de apoio e cuidados mútuos, que promovem um ambiente acolhedor, solidário e favorável, para o desenvolvimento da cultura e dos valores do Reino de Deus, através também de uma série e salutar ordem disciplinar, com exortação em amor, oração em favor uns dos outros e estímulos mútuos para o desenvolvimento do caráter cristão pessoal e comunitário. Snyder chama a atenção para a necessidade que estes pequenos grupos tem de algo que vá além da mera comunhão, estudo e oração. Ele lembra que o sistema metodista implantado por Wesley demonstra o valor imprescindível de estruturas normativas para disciplina e missão, algo como um pacto de membros e supervisão dentro do grupo e de disciplina e supervisão do grupo e seus líderes ao grupo mais amplo da Igreja, etc.ii Uma revolução pode acontecer através de uma viva e efetiva luta em favor de justiça social, que começa com a edificação de uma comunidade de fé bíblica formada por discípulos cristãos.iii Estes pequenos núcleos são como sementes do Reino de Deus que germinam e impactam o mundo ao seu redor. Podemos pensar em algo como uma revolução espiritual de caráter contracultural que através da radicalização de suas ações e palavras, de modo que estejam comprometidas com os valores do Evangelho do Reino, a Igreja possa, com autoridade, desafiar o espírito de pecado e injustiça que tem dominado a sociedade em geral.
As classes caíram em desuso pelas seguintes razões: por causa da prosperidade dos metodistas, urbanização, mudança das reuniões das casas para igrejas; porque não se respeitou o número em torno de 12 pessoas (o número cresceu); e também por causa da profissionalização do ministério, que tornou o ministério algo um tanto elitista.
Agora, outra característica do movimento wesleyano, que merece destaque por sua tremenda contribuição ao desenvolvimento de comunidades cristãs que cumprissem sua missão de ser sal da terra e luz do mundo, foi a efetiva participação dos leigos.
iSnyder, Howard A. The Radical Wesley and Patterns fo Church Renewal. Eugene, OR: Wipf and Stock Publishers, 1998, p. 149.
iiSnyder, Howard A. The Radical Wesley and Patterns fo Church Renewal. Eugene, OR: Wipf and Stock Publishers, 1998, p. 162.
iiiSnyder, Howard A. The Radical Wesley and Patterns fo Church Renewal. Eugene, OR: Wipf and Stock Publishers, 1998, p. 165.
NAMORO NA ADOLESCÊNCIA
Qual é a idade ideal para começar a namorar?
Muitos ficam surpresos quando descobrem que não é a idade biológica que conta, mas sim a maturidade espiritual e a emocional que determinam se uma pessoa já tem idade para namorar. Maturidade é saber impor-se limites e frustrações a curto prazo a fim de usufruir benefícios maiores a longo prazo. Um jovem está maduro para namorar quando demonstra responsabilidade e capacidade para abrir mão do prazer imediato em prol do futuro. A este respeito, o Pr. Edson A. de Sousa apresenta uma interessante ilustração em seu livro "O divórcio começa no namoro".
Ele conta de uma pesquisa feita com crianças que dizia assim: Ao que tudo indica um cientista pode prever o futuro ao observar crianças de quatro anos de idade interagirem com um docinho. O pesquisador convida as crianças, uma de cada vez, em um quarto comum e começa o seu gentil tormento: "Você pode comer este docinho agora" Ele diz: "Mas se você esperar até que eu resolva um assunto, você poderá ficar com dois docinhos quando eu voltar". E então ele vai embora. Algumas crianças agarram o doce no minuto que ele sai pela porta. Outras duram alguns minutos antes de desistirem. Mas outras estão determinadas a esperarem. Elas cobrem os olhos, abaixam a cabeça, ficam cantalorando, tentam brincar ou até mesmo caem no sono. Quando o pesquisador retorna, ele dá a estas crianças os seus "suados docinhos".
Uma pesquisa entre os pais e professores destas crianças, revelou que aquelas que tiveram a firmeza para esperar pelo docinho geralmente se tornavam adolescentes mais ajustados e confiantes. As que logo caíram na tentação se frustraram facilmente. Dobravam-se sob pressão e se intimidavam diante dos desafios e não aprenderam a lidar com frustração.
Iniciar um namoro numa idade precoce é algo que traz muitos riscos e acaba privando o adolescente de uma série de coisas legais típicas da idade devido aos ciúmes possessivos característicos dos namoros. Não é sábio queimar as etapas da vida. "Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Ec 3:1).
O adolescente não está preparado para namorar enquanto não tiver desenvolvido sua maturidade espiritual e emocional a ponto de dizer não à pressão sexual. Não acenda um fogo que não pode apagar. Não ir longe demais depende da maturidade, força de vontade, sua capacidade de dominar-se.
Você entrou num namoro só por causa dos beijos e carícias? Cuidado! Pois eles representam um grande atrativo, mas costumam cegar nosso entendimento para outras áreas importantes do relacionamento. Numa dessas, você pensa que o(a) garoto(a) é um príncipe (ou princesa), e, de repente, você está com o maior "sapo" nas mãos.
O ideal seria que todo o namoro começasse com uma boa amizade, onde um pudesse conhecer melhor o outro, sua personalidade, temperamento, caráter, afinidades e hábitos. Tem muito relacionamento amoroso que só se sustenta por conta da atração física. Quando um namoro está focado em beijos, amassos e sexo, os envolvidos acabam não se conhecendo profundamente como deveriam, pois o interesse sexual e a paixão acabam cegando-os para os defeitos um do outro.
Embora a maturidade emocional seja preponderante, a idade biológica não pode ser completamente descartada como sinal de que alguém está pronto para começar a namorar. Quanto mais cedo se começa a namorar, mais cedo também começa a prática sexual. Além dos danos emocionais e espirituais, preocupa bastante a questão das doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez precoce, pois 22% dos nascidos no Brasil são filhos de mães adolescentes (Fonte IBGE 2009).
"Ficar" é uma curtição que pode custar caro
Não devemos tratar os outros como se eles fossem objetos da nossa satisfação. Não é correto também brincar com os sentimentos dos outros e nem mesmo arriscar os seus. Beijos na boca não podem ser tratados como coisa qualquer, pois é algo muito íntimo e pessoal. Devemos ser mais criteriosos neste assunto. Muita gente acaba se ferindo por conta de relacionamentos fingidos e levianos.
Sinceramente, você se casaria com uma pessoa que já "ficou" com todo mundo e que, na realidade, nunca "ficou" comprometida com ninguém?
Ficar é fria! Ficar é coisa leviana! Respeite a si mesmo e aos outros. Aja com responsabilidade considerando o futuro. Cuidado, pois "aquilo que o homem plantar, isto mesmo irá colher" (Gl 6.7).
Nas Escrituras Sagradas temos princípios de vida revelados pelo Criador para o bem-estar de todas as suas criaturas. Ele conhece o caminho das pedras. Devemos aprender a confiar em Sua sabedoria. Deus Se preocupa com nosso amadurecimento espiritual é por isso que nos pede pureza com relação ao assunto do sexo (2Co 11.2; Tt 2.4,5,14; I Pe 3.2).
A Bíblia não é um livro obsoleto. É importante darmos atenção ao conselho de Paulo a Timóteo: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste. E que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (2Tm.3.14,15)
Fuja das paixões da mocidade (2Tm 2.22). Fuja até da aparência do mal (1Ts 5.22). Não se exponha a tentação (Gl 6.1). Os adolescentes são por demais sujeitos a influência do grupo, portanto, devem evitar as más companhias (2Co 6.17). Não devem estar na roda dos escarnecedores (Sl 1). As más conversações corrompem os bons costumes” (1Co 15:33). Não namore com pessoas que não sejam bons cristãos (2Co 6.14). Cuidado com atitudes e vestimentas sensuais. “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus“ (Rm 12.2). Cuidado com a pornografia. “De que maneira poderá o Jovem guardar puro o seu Caminho? Observando-o segundo a tua palavra” (Sl.119.9). “Purificando as vossas almas pelo Espírito, na obediência à verdade” (1Pe 1.22).
Bispo José Ildo Swartele de Mello
Ele conta de uma pesquisa feita com crianças que dizia assim: Ao que tudo indica um cientista pode prever o futuro ao observar crianças de quatro anos de idade interagirem com um docinho. O pesquisador convida as crianças, uma de cada vez, em um quarto comum e começa o seu gentil tormento: "Você pode comer este docinho agora" Ele diz: "Mas se você esperar até que eu resolva um assunto, você poderá ficar com dois docinhos quando eu voltar". E então ele vai embora. Algumas crianças agarram o doce no minuto que ele sai pela porta. Outras duram alguns minutos antes de desistirem. Mas outras estão determinadas a esperarem. Elas cobrem os olhos, abaixam a cabeça, ficam cantalorando, tentam brincar ou até mesmo caem no sono. Quando o pesquisador retorna, ele dá a estas crianças os seus "suados docinhos".
Uma pesquisa entre os pais e professores destas crianças, revelou que aquelas que tiveram a firmeza para esperar pelo docinho geralmente se tornavam adolescentes mais ajustados e confiantes. As que logo caíram na tentação se frustraram facilmente. Dobravam-se sob pressão e se intimidavam diante dos desafios e não aprenderam a lidar com frustração.
Iniciar um namoro numa idade precoce é algo que traz muitos riscos e acaba privando o adolescente de uma série de coisas legais típicas da idade devido aos ciúmes possessivos característicos dos namoros. Não é sábio queimar as etapas da vida. "Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu" (Ec 3:1).
O adolescente não está preparado para namorar enquanto não tiver desenvolvido sua maturidade espiritual e emocional a ponto de dizer não à pressão sexual. Não acenda um fogo que não pode apagar. Não ir longe demais depende da maturidade, força de vontade, sua capacidade de dominar-se.
Você entrou num namoro só por causa dos beijos e carícias? Cuidado! Pois eles representam um grande atrativo, mas costumam cegar nosso entendimento para outras áreas importantes do relacionamento. Numa dessas, você pensa que o(a) garoto(a) é um príncipe (ou princesa), e, de repente, você está com o maior "sapo" nas mãos.
O ideal seria que todo o namoro começasse com uma boa amizade, onde um pudesse conhecer melhor o outro, sua personalidade, temperamento, caráter, afinidades e hábitos. Tem muito relacionamento amoroso que só se sustenta por conta da atração física. Quando um namoro está focado em beijos, amassos e sexo, os envolvidos acabam não se conhecendo profundamente como deveriam, pois o interesse sexual e a paixão acabam cegando-os para os defeitos um do outro.
Embora a maturidade emocional seja preponderante, a idade biológica não pode ser completamente descartada como sinal de que alguém está pronto para começar a namorar. Quanto mais cedo se começa a namorar, mais cedo também começa a prática sexual. Além dos danos emocionais e espirituais, preocupa bastante a questão das doenças sexualmente transmissíveis e a gravidez precoce, pois 22% dos nascidos no Brasil são filhos de mães adolescentes (Fonte IBGE 2009).
"Ficar" é uma curtição que pode custar caro
Não devemos tratar os outros como se eles fossem objetos da nossa satisfação. Não é correto também brincar com os sentimentos dos outros e nem mesmo arriscar os seus. Beijos na boca não podem ser tratados como coisa qualquer, pois é algo muito íntimo e pessoal. Devemos ser mais criteriosos neste assunto. Muita gente acaba se ferindo por conta de relacionamentos fingidos e levianos.
Sinceramente, você se casaria com uma pessoa que já "ficou" com todo mundo e que, na realidade, nunca "ficou" comprometida com ninguém?
Ficar é fria! Ficar é coisa leviana! Respeite a si mesmo e aos outros. Aja com responsabilidade considerando o futuro. Cuidado, pois "aquilo que o homem plantar, isto mesmo irá colher" (Gl 6.7).
Nas Escrituras Sagradas temos princípios de vida revelados pelo Criador para o bem-estar de todas as suas criaturas. Ele conhece o caminho das pedras. Devemos aprender a confiar em Sua sabedoria. Deus Se preocupa com nosso amadurecimento espiritual é por isso que nos pede pureza com relação ao assunto do sexo (2Co 11.2; Tt 2.4,5,14; I Pe 3.2).
A Bíblia não é um livro obsoleto. É importante darmos atenção ao conselho de Paulo a Timóteo: “Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o aprendeste. E que, desde a infância, sabes as sagradas letras, que podem tornar-te sábio para a salvação pela fé em Cristo Jesus” (2Tm.3.14,15)
Fuja das paixões da mocidade (2Tm 2.22). Fuja até da aparência do mal (1Ts 5.22). Não se exponha a tentação (Gl 6.1). Os adolescentes são por demais sujeitos a influência do grupo, portanto, devem evitar as más companhias (2Co 6.17). Não devem estar na roda dos escarnecedores (Sl 1). As más conversações corrompem os bons costumes” (1Co 15:33). Não namore com pessoas que não sejam bons cristãos (2Co 6.14). Cuidado com atitudes e vestimentas sensuais. “Não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação da vossa mente, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus“ (Rm 12.2). Cuidado com a pornografia. “De que maneira poderá o Jovem guardar puro o seu Caminho? Observando-o segundo a tua palavra” (Sl.119.9). “Purificando as vossas almas pelo Espírito, na obediência à verdade” (1Pe 1.22).
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sábado, 18 de junho de 2011
Os poderosos recursos da Palavra e Oração
(Autor: Bispo José Ildo Swartele de Mello)
A Missão da Igreja só pode ser levada a cabo através do poder sobrenatural de Deus. Jesus não chegou para os seus discípulos e lhes deu uma grande missão, dizendo a eles que se virassem. Jesus subiu aos céus, mas não nos deixou órfãos, nos enviou o seu Espírito que confere poder para a Igreja. Disse Jesus: “sem mim nada podeis fazer” (Jo 15.5). Pelo Espírito temos também acesso a preciosas armas e ferramentas espirituais, tais como a Palavra e a Oração, que nos servem de meios de graça para o viver cristão e o cumprimento de nossa tarefa de ser sal da Terra e luz do Mundo. “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas” (2 Co 10:4). O autor de Hebreus num mesmo contexto fala sobre o poder e a eficácia da Palavra de Deus e da Oração: “Porque a palavra de Deus é viva, e eficaz, e mais cortante do que qualquer espada de dois gumes, e penetra até ao ponto de dividir alma e espírito, juntas e medulas, e é apta para discernir os pensamentos e propósitos do coração. E não há criatura que não seja manifesta na sua presença; pelo contrário, todas as coisas estão descobertas e patentes aos olhos daquele a quem temos de prestar contas. Tendo, pois, a Jesus, o Filho de Deus, como grande sumo sacerdote que penetrou os céus, conservemos firmes a nossa confissão. Porque não temos sumo sacerdote que não possa compadecer-se das nossas fraquezas; antes, foi ele tentado em todas as coisas, à nossa semelhança, mas sem pecado. Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna (Hb 4:12-16).
A Palavra de Deus é viva e eficaz, sendo relevante e potente para dar conta dos desafios dos nossos dias. Além de ser poderosa para revelar o mais íntimo do coração e das intenções humanas (Hb 4.12), a Palavra de Deus também é descrita na Bíblia como sendo poderosa e eficaz para produzir fé, que capacita o crente a agradar a Deus e a vencer o mundo (Rm 10:17, Hb 11.6; 1 Jo 5.4); para regeneração e recriação (Tg 1:18); para conversão, não volta vazia, mas prevalece e prospera poderosamente (Is 55.11; At 19.20); para santificação, capacitando o crente e a comunidade dos crentes a viverem a ética da cultura do Reino de Deus, com um estilo de vida que afirma o senhorio de Cristo sobre a totalidade da existência humana, servindo de modelo para o mundo (Jo 15:3; 17:17; Ef 5.26; 1 Tm 4.5); para vencer a tentação (Lc 4.4); para vencer o maligno como parte fundamental da armadura de Deus e das armas espirituais (Ef 6.17), para curar e fazer milagres (Mt 8.8; Lc 5.5), para criar e sustentar todas as coisas (Hb 11.3). Além de tudo isto, a Bíblia nos revela a Deus em Cristo, seu ser, seu caráter, seu propósito, sua missão, sua Igreja, seu Reino... e a própria promessa que Jesus fez aos seus discípulos de estar com eles para sempre, se cumpre através da presença do Espírito e da Palavra. Encontramos na Bíblia, graça, força, direção, modelos, inspiração, esperança e missão, nossa razão de ser e existir, que nos liga a Deus e ao povo de Deus. Na Bíblia, encontramos nossa herança e legado. Deus que operou poderosamente em outros tempos está vivo, seu Espírito está vivo, sua Palavra continua viva e eficaz para atuar em nós e através de nós para consecução dos propósitos divinos em nossa geração.
Ao lado da Palavra, temos também a oração, que é uma poderosa para trazer o Reino e para buscar que a vontade de Deus se faça na terra (Mt 6.10). A oração de dedicação do templo feita por Salomão (1 Rs 8.12-66) revela que Deus é afetado positivamente por nossas orações feitas aqui na terra” (2 Pd 3:5). “Em verdade vos digo que tudo o que ligardes na terra terá sido ligado nos céus, e tudo o que desligardes na terra terá sido desligado nos céus” (Mt 18:18). A oração tem poder até sobre o clima e os fenômenos naturais: “Muito pode, por sua eficácia, a súplica do justo. Elias era homem semelhante a nós, sujeito aos mesmos sentimentos, e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu” (Tg 5.16b, 17). “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai e achareis; batei, e abrir-se-vos-á. Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e, a quem bate, abrir-se-lhe-á. Ou qual dentre vós é o homem que, se porventura o filho lhe pedir pão, lhe dará pedra? Ou, se lhe pedir um peixe, lhe dará uma cobra? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará boas coisas aos que lhe pedirem?” (Mt 7.7-11). É maravilhoso saber que Jesus nos ajuda a orar melhor. Não oramos sós. Ele intercede por nós (Rm 8.34; Hb 4.16). E o Espírito Santo também intercede de modo tremendo por nós (Rm 8.26, 27). Com tanta graça a nosso favor, temos motivos para estar confiantes a respeito do nosso viver e missão.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
BOLETINS Nº 71, 72, 73, 74, 75, 76, 77, 78, 79, 80.
BOLETIM Nº 71
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JEJUM E ORAÇÃO

"O jejum não muda a Deus, mas, jejuar mudará você"
Jejum é a abstenção de alimentos para finalidades espirituais, por um período definido e propósito específico. Tem sido praticado pela humanidade em quase todas as épocas, nações, culturas e religiões.
O jejum é uma das mais eficazes ferramentas espirituais quando relacionado com a oração.
(Isaías 58:3) - Dizendo: Por que jejuamos nós, e tu não atentas para isso? Por que afligimos as nossas almas, e tu não o sabes? Eis que no dia em que jejuais achais o vosso próprio contentamento, e requereis todo o vosso trabalho. (4) - Eis que para contendas e debates jejuais, e para ferirdes com punho iníquo; não jejueis como hoje, para fazer ouvir a vossa voz no alto. (5) - Seria este o jejum que eu escolheria, que o homem um dia aflija a sua alma, que incline a sua cabeça como o junco, e estenda debaixo de si saco e cinza? Chamarias tu a isto jejum e dia aprazível ao SENHOR? (6) - Porventura não é este o jejum que escolhi, que soltes as ligaduras da impiedade, que desfaças as ataduras do jugo e que deixes livres os oprimidos, e despedaces todo o jugo? (7) - Porventura não é também que repartas o teu pão com o faminto, e recolhas em casa os pobres abandonados; e, quando vires o nu, o cubras, e não te escondas da tua carne? (8) - Então romperá a tua luz como a alva, e a tua cura apressadamente brotará, e a tua justiça irá adiante de ti, e a glória do SENHOR será a tua retaguarda. (9) - Então clamarás, e o SENHOR te responderá; gritarás, e ele dirá: Eis-me aqui. Se tirares do meio de ti o jugo, o estender do dedo, e o falar iniquamente; (10) - E se abrires a tua alma ao faminto, e fartares a alma aflita; então a tua luz nascerá nas trevas, e a tua escuridão será como o meio-dia. (11) - E o SENHOR te guiará continuamente, e fartará a tua alma em lugares áridos, e fortificará os teus ossos; e serás como um jardim regado, e como um manancial, cujas águas nunca faltam.
Não se esqueça que jejum sem oração não existe. Jejuamos pela nossa santificação e oramos por determinados alvos.
"O jejum não muda a Deus. Ele é o mesmo antes, durante e depois de seu jejum. Mas, jejuar mudará você"
O jejum deixará nosso espírito atento pois mortifica a carne. O propósito primário do jejum é mortificar a carne, o que nos fará mais sensíveis ao Espírito Santo.
•COMO COMEÇAR O SEU JEJUM.
7 passos básicos para um Jejum eficiente:
1° Passo: Defina o seu Objetivo - Por que você está jejuando? (podem ser mais de um)
Renovação espiritual, por direção, cura, solução dos problemas, graça especial para enfrentar uma situação difícil?
Peça ao Espírito Santo que mostre claramente a sua direção e os objetivos para o seu jejum e oração. Isto irá capacitá-lo a orar mais específica e estrategicamente.
2° Passo: Faça o seu Compromisso - Ore sobre o tipo de jejum que você deve adotar.
Três tipos:
1- Parcial: Daniel 10:2 e 3 - somente frutas e legumes, (alimento sólido), Daniel obteve uma grande revelação.
Dentro do Jejum Parcial, nós da Igreja Bethesda em Stockholm, em períodos de 7, 21 ou mais dias de jejum, costumamos tambem dividir o jejum em 2 etapas:
Primeira Etapa: Substituimos toda a carne vermelha (vaca e porco) por carne branca (aves e peixes), porém tiramos uma das 3 refeições diárias e substituimos por alimento espiritual; Oração, Leitura da Palavra e tempo a sós com Deus.
Segunda Etapa: Tiramos toda carne vermelha e branca e nos alimentamos somente de frutas legumes, grãos, ovos, sucos, sopas e tudo o mais menos CARNE... tirando ainda uma das 3 refeições diárias e substituindo por alimento espiritual; Oração, Leitura da Palavra e tempo a sós com Deus.
Sempre bebendo muita água durante todo o período do Jejum !!!
2-Normal: Tira todo o alimento sólido e toma-se somente água. Jesus no deserto (40 dias, Mat. 4:2) comum nos jejuns mais longos.
3-Total: retira se todo o alimento sólido inclusive a água. Encontra-se pouca mensão dessa na Bíblia e deve ser feita somente até 3 dias. Ex: Ester (Est. 4:16), Paulo (Atos 9:9). Porem os médicos advertem que ficar mais de três dias sem beber água é nocivo a saúde.
Qual será a duração do seu jejum - uma refeição, um dia, uma semana, várias semanas, quarenta dias (os iniciantes devem começar lentamente, até alcançar jejuns mais prolongados). Que atividades físicas ou sociais você irá restringir-se. (TV, Jornais, esportes, etc.) Quanto tempo por dia você dedicará à oração e Palavra de Deus. (mais importante).
Fazer esses compromissos com antecedência irá ajudá-lo a sustentar o seu jejum quando as tentações físicas e as pressões da vida tentarem fazê-lo abandonar o seu jejum.
3° Passo: Prepare-se Espiritualmente - O fundamento básico do jejum e oração é o arrependimento. Pecados não confessados irão bloquear as suas orações.
1. Peça a Deus para ajudá-lo a fazer uma lista abrangente dos seus pecados.
2. Confesse cada pecado que o Espírito santo trouxer a sua mente e aceite o perdão de Deus (I Jô 1.9). - Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.
3.Procure obter o perdão de todos os que você ofendeu e perdoe a todos os que o feriram (Mc 11.25; Lc 11.4; 17:3,4).
4.Comece o seu tempo de jejum e oração com uma expectativa (fé) no seu coração (Hb 11.6).
5.Não subestime a oposição espiritual. Satanás muitas vezes intensifica a batalha natural entre o corpo e o espírito (Gl 5.16,17).
O JEJUM INÚTIL: (Deus não recebe)
1 - Feito com coração contencioso e irado
2 - A vida de quem jejua está em pecado
3 - Quando coração não está quebrantado
4 - Coração soberbo e hipócrita
5 - Quando espera reconhecimento e admiração
4° Passo: Prepare-se Fisicamente - Jejum requer precauções conscientes.
Consulte o seu médico em primeiro lugar, especialmente se você toma alguma medicação ou tem uma enfermidade crônica. Preparação física é bem aconselhado.
Sintomas do jejum!
Prepare-se para um período de desconforto mental temporário como: impaciência, irritabilidade e ansiedade.
Espere algum desconforto físico, especialmente no segundo dia. Você poderá ter breves dores causadas pela fome, tonturas ou algo "esquisito". O mal estar físico pode incluir fraqueza, cansaço ou sonolência.
Os primeiros dois ou três dias são geralmente os mais difíceis. A partir do momento que você prossegue com o jejum, você irá experimentar uma sensação de bem-estar, tanto físico como espiritual. Quando sentir a "dor-de-fome", aumente a ingestão de líquidos.
Prepare o seu corpo. Coma pequenas refeições antes de começar o jejum.
Enquanto você jejuar
5º Passo: Mantenha-se no Programa - para um aproveitamento espiritual máximo, separe bastante tempo para estar sozinho com o Senhor. Ouça a sua direção. Quanto mais tempo você passa com Ele, mais significativo será o seu jejum.
De manhã:
1.Comece o seu dia com louvor e adoração.
2.Leia e medite na Palavra de Deus.
3.Convide o Espírito Santo a trabalhar em você.
4.Convide Deus a usá-lo. Peça a Ele para mostrar a você como influenciar seu mundo, sua família, sua igreja, sua comunidade, seu País e assim por diante.
5.Ore para ter a visão de como Ele deseja usar a sua vida .
De tarde:
Mantenha seu coração nas coisas boas, procure meditar em alguma passagem da bíblia, converse com o Senhor como uma pessoa que está ao seu lado.
De noite:
1.Fique um tempo sozinho, sem pressa para "buscar a Sua face".
3.Evite a televisão e outras formas de distração que possam desviar o seu foco espiritual.
Quando possível, comece e termine cada dia ajoelhado com o seu cônjuge ( se tiver, e também for crente ) para um breve momento de louvor e agradecimento a Deus.
6° Passo: Termine o Jejum Gradualmente - Comece a comer gradualmente.
Não coma comidas sólidas imediatamente após o seu jejum. A introdução súbita de alimentos sólidos no seu estômago irá causar conseqüências negativas ou até mesmo perigosas.
7° Passo: Espere os Resultados – Se você se humilhar sinceramente perante o Senhor, arrepender-se, orar e procurar a face de Deus; se você meditar consistentemente na Sua Palavra, você irá ter resultados:
1-Experimentar uma percepção maior da Sua presença (João 14.21)
2-O Senhor irá dar um vigoroso e novo discernimento espiritual.
3-Sua confiança e fé em Deus irão se fortalecer.
4-Você se sentirá mentalmente, espiritualmente e fisicamente renovado.
5-Você verá respostas para as suas orações.
Um único jejum entretanto, não é um remédio "cura-tudo" espiritual.
Assim como precisamos de um novo enchimento do Santo Espírito diariamente, nós também precisamos de novos períodos de jejum perante Deus.
Conclusão:
O jejum está relacionado de perto com a oração. Jejum sem oração não é jejum ( podemos orar andando nas ruas, dirigindo, em casa, no trabalho, trem, ônibus, em todos os lugares.
É indispensável estar em espírito ( estar com a mente voltada para o céus), Meditar na palavra de Deus.
Haverão períodos em que o Espírito Santo vai nos levar mais ao jejum devido a alguma necessidade em especial que estará por vir ou que pelo presente.
O Jejum é uma arma poderosa, e por isso precisa fazer parte de nossa vida, precisamos jejuar pelo menos uma vez por semana, só assim teremos maior intimidade com Deus...
BOLETINS Nº 61, 62, 64, 65, 66, 67, 68, 69, 70.
BOLETIM Nº 61
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BOLETIM Nº 62
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BOLETIM Nº 64
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BOLETIM Nº 65
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BOLETIM Nº 68
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BOLETIM Nº 69
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BOLETIM Nº 70
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QUEM ENTRARÁ NO SANTUÁRIO?
Malaquias 2.14 diz: “[...] Porque o SENHOR foi testemunha da aliança entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher da tua aliança.”
Não é uma questão de você quebrar a aliança havendo pureza no seu casamento. A Palavra diz que, se entre o marido e a mulher houver conflito e os dois não se acertarem, as suas orações não serão ouvidas.
Se você tem algo estranho no seu coração, está vivendo um conflito conjugal, e não quer acertar, perdoar, saiba que a sua oração não subirá até o trono do Senhor. Você pode rolar no altar, chorar, fazer mil coisas... Mas diz a Palavra que a sua oração não subirá, não chegará ao céu.
O versículo 17 de Malaquias 2 diz: “Enfadais o SENHOR com vossas palavras; e ainda dizeis: Em que o enfadamos? Nisto, que pensais: Qualquer que faz o mal passa por bom aos olhos do SENHOR, e desses é que ele se agrada; ou: Onde está o Deus do juízo?” Ou seja, você age errado e diz assim: “Se aquele irmão está fazendo coisa errada, eu posso fazer também”.
Pode qualquer um que fizer o mal passar por bom, aos olhos do Senhor? Não! Ninguém passa por bom aos olhos do Senhor; sua vida é que tem que responder: “[...] onde está o Deus da justiça? [...]” Por que hoje, Deus não está consumindo os seus filhos como consumiu Nadabe e Abiú?
Por quê? Por que muitos Ananias e Safiras, não estão morrendo quando mentem diante do Senhor na entrega dos dízimos? Por quê? Por causa da longanimidade do Senhor. Sua misericórdia dura para sempre. Diante do incenso misturado, o Senhor diz apenas: “Eu não o aspirarei’.
Está escrito: “[...] não aspirarei o vosso aroma agradável!” (Levítico 26.31.) Se a minha vida não for santa, se os meus lábios forem impuros, se o meu coração não estiver reto diante do Senhor, o levantar das minhas mãos, as minhas orações de nada resolverão.
DEUS NÃO QUER RELIGIOSOS.
Se você vai à igreja porque é um costume ir ali aos domingos, está perdendo tempo; vá para o clube, fique em casa dormindo.
Não é o seu amor, a sua vida, a sua preocupação que contam; não é também o irmão que você encontra... O que conta para Deus é a relação entre você e Ele.
O Senhor disse: “Para quem olharei? De quem me agradarei?” Do que tem o coração quebrantado e contrito diante do Senhor (Salmo 51.17).
Está escrito em Judas 17: “Vós porém, amados, lembrai-vos das palavras anteriormente proferidas pelos apóstolos de nosso Senhor Jesus Cristo.” O que os apóstolos falaram e ensinaram está escrito no versículo 18 a 21: “Os quais vos diziam: No último tempo (e nós estamos vivendo esse tempo) haverá escarnecedores andando segundo as suas ímpias paixões.
São esses que promovem divisões, sensuais que não têm o Espírito. Vós, porém, amados, edificando-vos na vossa fé santíssima, orando no Espírito Santo, guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna.”
De que forma nos edificamos? Orando no Espírito Santo. A oração no Espírito é a oração que condiz com uma vida realmente quebrantada, uma vida no altar de Deus. Isaías 29.13-14 diz:
“O Senhor disse: Visto que este povo se aproxima de mim, e com a sua boca e com os seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim e seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens, que maquinalmente aprendeu, continuarei a fazer a obra maravilhosa no meio deste povo; sim, obra maravilhosa e um portento; de maneira que a sabedoria dos seus sábios perecerá, e a prudência dos seus prudentes se esconderá.”
O Senhor diz: “[...] visto que esse povo se aproxima de mim, e com a sua boca e com seus lábios me honra, mas o seu coração está longe de mim [...]” Veja o Senhor na cruz. Veja o amor do Senhor por nós! Ele disse: “O que mais eu poderia ter feito? O que mais?” “O seu temor para comigo consiste só em mandamentos de homens que maquinalmente aprendeu [...]”
MENSAGEM BISPO ILDO
SINAIS DO FIM (PARTE 1)
SINAIS DO FIM (PARTE 2)
SINAIS DO FIM (PARTE 3)
SINAIS DO FIM (PARTE 4)
SINAIS DO FIM (PARTE 2)
SINAIS DO FIM (PARTE 3)
SINAIS DO FIM (PARTE 4)
GALHOS ENTRELAÇADOS!

"Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular" (1 Coríntios 12:27).
Um célebre pregador disse: "Eu estava percorrendo um bonito bosque onde as árvores estavam separadas e seus troncos eram desiguais. Mas, elas haviam crescido e, bem no alto, seus galhos se entrelaçavam. Eu disse para mim mesmo: Nossas igrejas se assemelham a estas árvores. O tronco próximo à Terra permanece formalmente separado, mas, à medida que crescem espiritualmente em direção ao Céu, reúnem-se intimamente, formando uma abóboda onde os homens se sentem abrigados e felizes. Quem tem o Espírito de Deus pensa da mesma maneira."
Nós somos a igreja escolhida do Senhor. Abrimos nosso coração para Jesus, reconhecendo-O como Salvador de nossasvidas.Tornamo-nos assim, como nos ensina a Palavra, filhos de Deus. Nossas vidas foram transformadas, nossas atitudes passaram a glorificar a Deus, somos herdeiros do reino que o
Senhor preparou desde a fundação do mundo.
Somos todos iguais? Não, somos diferentes. Pertencemos todos à mesma igreja? Não, frequentamos congregações diferentes, de costumes diferentes, mas, de uma só fé, um só Espírito, um só amor.
Amamos todos ao Senhor, desejamos todos glorificar o nome do Senhor, brilhamos todos porque nosso brilho vem do Senhor.
Talvez, no princípio, enquanto não atingimos uma maturidade espiritual, pareçamos imperfeitos, desiguais, até separados. Mas, quando somos edificados pelo Senhor e crescemos em Sua presença, começamos a nos assemelhar uns aos outros. Nossas vidas se abraçam, nossos frutos se misturam, a beleza de Cristo é vista em todos nós, porque fazemos parte de um só corpo, o do Rei dos Reis e Senhor dos senhores.
Deixe Jesus edificar sua vida e ela será como um galho entrelaçado a muitos outros que estão neste mundo para abençoar e ser bênção.
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